Monteiro Lobato 21/julho/2007

05/07/2007 <p>Essa foto representa o n&uacute;cleo da nossa gal&aacute;xia e notadamente um conjunto de nebulosas formado por M8 e M20. A regi&atilde;o do n&uacute;cleo gal&aacute;ctico se encontra na constela&ccedil;&atilde;o de sagit&aacute;rio. Estendendo-se por uma vasta regi&atilde;o do c&eacute;u e somente vis&iacute;vel em locais com baixa polui&ccedil;&atilde;o luminosa (PL) como uma extensa nuvem esbranqui&ccedil;ada. Essa regi&atilde;o do c&eacute;u, que representa a nossa gal&aacute;xia, foi denominada por esse aspecto &ldquo;leitoso&rdquo; de Via L&aacute;ctea. Essa gal&aacute;xia &eacute; o lar no nosso sistema solar, e cerca de 200 bilh&otilde;es de outros s&oacute;is ou estrelas. Sua massa est&aacute; entre 750 bilh&otilde;es a 1 trilh&atilde;o de massas solares e seu di&acirc;metro &eacute; de 100,000 anos-luz.</p>
Centro Galático
21/07/2007 <p>Conhecida no cat&aacute;logo de nebulosas escuras de E. E. Barnard como B17. Nebulosas escuras s&atilde;o lugares na Via L&aacute;ctea onde a poeira interestelar obscurece o brilho das estrelas ou nebulosas que est&atilde;o localizadas atr&aacute;s dessa regi&atilde;o. A Nebulosa da Cobra &eacute; a nebulosa escura mais not&aacute;vel localizada entre as ricas regi&otilde;es da Via L&aacute;ctea entre as constela&ccedil;&otilde;es de Sagit&aacute;rio e Escorpi&atilde;o. O seu not&aacute;vel formato de &ldquo;caminho&rdquo; escurecido em &ldquo;S&rdquo; com tamanho de 20 arcos de minuto d&aacute; o nome pr&oacute;prio a nebulosa escura que se destaca sobre a borda oeste da Via L&aacute;ctea. Tr&ecirc;s outras pequenas nebulosas escuras, B68, B69 e B70 est&atilde;o pr&oacute;ximas a B72</p>
Barnard 17
Snake Nebula
05/07/2007 <p>Regi&atilde;o de forma&ccedil;&atilde;o estelar cujo brilho &eacute; devido &agrave; radia&ccedil;&atilde;o de alta energia das jovens estrelas. Por&eacute;m, ao contr&aacute;rio de outras nebulosas de emiss&atilde;o, essas estrelas n&atilde;o s&atilde;o &oacute;bvias em imagens &oacute;ticas, mas escondidas pela nebulosa. Um pequeno aglomerado de cerca de 35 estrelas est&atilde;o obscurecidos pela nebulosa. Apresenta uma colora&ccedil;&atilde;o avermelhada, com alguma gradua&ccedil;&atilde;o para o rosa. Essa tonalidade vem do aquecimento do g&aacute;s hidrog&ecirc;nio excitado pelas estrelas rec&eacute;m criadas dentro da nebulosa. A massa de g&aacute;s &eacute; estimada em cerca de 800 massas solares que se estende por cerca de 40 anos-luz. Sua distancia at&eacute; n&oacute;s &eacute; estimada em cerca de 5000 anos-luz. Um pouco mais pr&oacute;xima que seu vizinho M16. Brilha com magnitude aparente de 6.0.</p>
Messier 17
Nebulosa Cisne
21/07/2007 <p>A Gal&aacute;xia de Andr&ocirc;meda (M31, NGC 224) &eacute; a mais pr&oacute;xima da Via L&aacute;ctea. Compondo o chamado Grupo Local juntamente com suas gal&aacute;xias companheiras (M32, M110, M33, Via L&aacute;ctea e outras). Essa enorme gal&aacute;xia pode ser vista a olho nu como uma pequena nuvem em formato de elipse e tem um tamanho aparente de 178x63 minutos de arco ou cerca de v&aacute;rias luas cheias. Pr&oacute;ximo ao n&uacute;cleo de M32 se encontra outra gal&aacute;xia menor em formato globular denominada M32. Notadamente, NGC 205, uma pequena gal&aacute;xia espiral, se encontra um pouco mais longe que M32 do n&uacute;cleo de M31. M31 est&aacute; localizada na constela&ccedil;&atilde;o de Andr&ocirc;meda e brilha com uma magnitude aparente de 4.3. Sua dist&acirc;ncia at&eacute; n&oacute;s &eacute; de 2.9 milh&otilde;es de anos-luz.</p>
Messier 31
Andromeda Galaxy
05/07/2007 <p>Aglomerado aberto mais famoso e conhecido desde &eacute;pocas antigas. Ao menos seis estrelas s&atilde;o vis&iacute;veis a vista desarmada. Seus nomes s&atilde;o: Merope, Alcyone, Atlas, Pleione, Maia e Electra. Em lugares de polui&ccedil;&atilde;o luminosa moderada esse n&uacute;mero pode chegar a nove. Em lugares de baixa polui&ccedil;&atilde;o chega-se facilmente a doze estrelas. Em fotografias de longa exposi&ccedil;&atilde;o esse aglomerado aparece envolto a uma regi&atilde;o de nebulosidade azulada. Essa nebulosa de reflex&atilde;o, denominada de Nebulosa &ldquo;Merope&rdquo; (IC 349), circunda a estrela Merope e n&atilde;o constitui a nuvem de g&aacute;s que deu origem a esse aglomerado. Devido ao seu grande campo no c&eacute;u (cerca de 2 graus), M45 &eacute; um excelente alvo para instrumentos de grande campo ou bin&oacute;culos. Observe trail de meteoro no canto superior esquerdo.</p>
Messier 45
Pleiades/Meteoro
05/07/2007 <p>Nebulosa de emiss&atilde;o localizada muito pr&oacute;xima ao equador gal&aacute;ctico na cauda da constela&ccedil;&atilde;o de Escorpi&atilde;o. Como o pr&oacute;prio nome indica, lembra uma enorme pata de um gato no c&eacute;u. Objeto de intensa emiss&atilde;o na faixa do H-alfa. Estende-se por uma regi&atilde;o de 35x20 minutos de arco.</p>
NGC 6334
Nebulosa Pata do Gato
21/07/2007 <p>A Nebulosa do V&eacute;u (Veil Nebula, Cygnus Loop, NGC 6990, 6979, 6992, 6995) &eacute; uma extensa nebulosa remanescente da explos&atilde;o de uma supernova ocorrida a cerca de 5 a 10 mil anos atr&aacute;s. Esse objeto recebeu esse nome devido a sua delicada estrutura filamentar e de v&aacute;rias cores resultante dos gases em expans&atilde;o que formaram a estrela. Estende-se por uma &aacute;rea de 3 graus, equivalente a ao di&acirc;metro de seis luas cheias. Desta maneira, foi catalogado como diferentes objetos pelos primeiros observadores. &Eacute; mais bem visualizada em fotografias de longa exposi&ccedil;&atilde;o, apesar de suas duas partes mais brilhantes poderem ser observadas visualmente ao telesc&oacute;pio. Localizada a 1400 anos-luz na constela&ccedil;&atilde;o do Cisne. Brilha com magnitude aparente de 5.0.</p>
NGC 6990
Veil Nebula